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Mostrando postagens com marcador 50 mm. Mostrar todas as postagens
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NIKON FE2 - NIKKOR 1:1.8 50mm






NIKON FE2 - NIKKOR 1:1.8 50mm

OOOOOHHHHHHH! Uma FE2! Esse projeto é uma joia. Competia diretamente com a Canon A-1 e Minolta X-700 em seu tempo mas após comprovada sua durabilidade e precisão, passou a ser largamente utilizada por profissionais e chegou a ser mais cara usada do que quando era vendida nova. A FE2 é uma câmera bastante suave de se usar, muito bem construída mas com acabamentos espartanos, com um setting  de equipamentos conservador voltado para um usuário experiente, que abre mão de inovações (muito úteis) como Matrix Mettering e modo Program.
Não podemos dizer que a FE2 é popular. Quando foi lançada no Japão em 1983 todo mundo desconfiava dela e da FE, sua antecessora eletrônica Nikon do final dos 70. Apesar de funcionar em velocidade fixa em caso de pane elétrica, grande maioria dos profissionais optavam por FMs e FM2s, completamente mecânicas. 
E apesar das semelhanças estéticas, FMs e FEs são projetos completamente diferentes desde a natureza do disparo e transporte da cortina (mecânico e eletrônico, respectivamente) até a operação exclusivamente manual à opção de prioridade à abertura. Em 83 a FE2 surge com o mesmo preset básico nikon: F mount, tela de foco intercambiável, controle de velocidade no topo da câmera,  função nativa para dupla exposição, hot-shoe e ainda acrescenta sistema de armação do shutter e transporte do filme montado em rolamentos, indicação do fotômetro via agulha balanceada,  flash TLL (ohhhhhh), sincronia com flash aumentada para 1/250s (record mundial da época) e velocidade final de 1/4000s. Em modo Auto a FE2 é capaz de fotometrar em prioridade a abertura e o sistema de sensores foi reconstruído para maior fidelidade na leitura.
Seu shutter eletrônico é capaz de ficar até 8 segundos aberto em exposição manual e mais de uma hora (!!!) em exposições fotometradas, fato que aliado a extrema precisão e qualidade de construção, fez com que a FE2 se tornasse a preferida dos fotógrafos de céu e paisagens. Também para isso o espelho é automaticamente rebatido quando utilizado o timer. Evita se assim que as vibrações deste movimento afetem a exposição. 

Este exemplar FE2 está cosmeticamente, com poucas marcas de uso na tampa traseira e na região do strap, mas não há nenhum risco profundo ou amassado. O cromo está uniforme em toda a carenagem. Esta FE2 foi completamente revisada, prisma, tela de foco, espelho e cortina perfeitos , vedações e amortecedor do espelho novos e é ideal pra quem procura uma câmera com controles manuais mais não abre mão de um poderoso modo de exposição automática. O flash TLL transforma o uso de flash em um passeio o que também faz com que a FE2 seja bastante indicada para o uso em eventos. 

Se quiser saber mais sobre a FE2 acesse:

http://www.mir.com.my/rb/photography/hardwares/classics/nikonfeseries/fe2/basic1.htm


http://collectiblend.com/Cameras/Nikon/Nikon-FE2.html

http://filmphotographyproject.com/content/reviews/2011/08/fpp-review-nikon-fe2-step


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NIKON F-301 - NIKON LENS SERIES E - 1:1.8 50mm









NIKON F-301 - NIKON LENS SERIES E - 1:1.8 50mm



A F-301 é a câmera que eu recomendo pra quem vem quer aprender a fotografar mas acha que é muito difícil usar uma câmera analógica. Ela é simples, bem equipada, tem um finder enorme, uma tela de foco super clara com rangefinder e microprismas. Focar é um passeio.
Não é a primeira vez que ela aparece por aqui e no ultimo review a câmera em questão era uma N2000, versão americana da máquina, por isso ao ler N2000, pense em F-301.

Vendida no japão sob o nome F 301, a N 2000 é a versão americana desta SLR semi-profissional. Foi lançada em 1985 e pretendia ser a substituta para Nikon FG. Com muitas inovações, a N 2000 registra a intenção da Nikon em modernizar e atualizar seus projetos, abusando de equipamentos e controles eletrônicos.
A N2000 é a primeira Nikon feita em policarbonato, material adotado desde então para o revestimento das câmeras semi-profissionais, mas sua construção é robusta e feita em metal. Também é a primeira Nikon a ter avanço automático do filme, a 2,5 quadros por segundo, perdendo a alavanca de avanço. É a primeira também a identificar iso do filme carregado, através do sistema DX.
Seu viewfinder é grande e tem boa cobertura do quadro e é através dele que o fotômetro informa a velocidade utilizada. A N2000 funciona em modo de prioridade de abertura, onde o fotógrafo seleciona a abertura e a velocidade é controlada pela máquina, ou totalmente manual, com controle de exposição e fotômetro ativo. Seu shutter é construído em metal e tem velocidades que variam de 1s a 1/2000s, além de B (bulb). Seus controles são bem distribuídos no tampo superior, num formato que seria clássico, se desconsiderarmos a ausência da alavanca de avanço de filme. A N2000 conta ainda com temporizador de disparo e janela que mosta o filme carregado, completando o conjunto funcional desta SLR Nikon F-Mount.
Sua operação é bem próxima a uma DSLR semi-profissional, mas devido ao formato FULL FRAME e seu bom finder, o quadro visualizado é muito maior e mais nítido. O finder conta também com uma excelente tela para foco, com centro bi-partido circundado por um anel de microprismas, que auxiliam muito o processo de foco. A N2000 é barulhenta e impressiona bastante com seu transporte automático do filme, sendo pouco indicada para lugares silenciosos.
A objetiva Nikon 50mm 1:1.8 em modelo "pancake" é standard para a N2000 e integra este kit SLR semi-profissional Nikon. A 50 mm 1:1.8 é uma objetiva clássica, bastante clara e alcança melhor nitidez à partir do 1:4. Diferente da 1:1.4, a 50mm "pancake" não apresenta distorção nas bordas. Ela usa o sistema AI-S para comunicação com o corpo e pode ser montada em qualquer corpo Nikon feito após 1972.

mais sobre a N2000 em :

http://www.flickr.com/groups/670565@N20/discuss/72157610698731980/

e veja o que ela faz em :

http://www.lomography.com/photos/cameras/3326697-nikon-n2000
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CANON AE-1 - CANON LENS FD SSC 1:1.4 50mm





















CANON AE-1 - CANON LENS FD SSC 1:1.4 50mm - R$ 600,00

Oitava AE-1 no fotografe, terceira preta. Quarta 1:1.4, segunda SSC. O fotografe está virando gente grande, só tem câmera de peso. 
A AE-1 não precisa de muita apresentação. É um sucesso em seu tamanho ideal e enorme usabilidade. Totalmente manual ou em prioridade à abertura a AE-1 é simples e precisa, Velocidade, abertura e foco são instintivos, o finder é enorme, muito nítido e claro. O fresnel é equipado com microprismas e tela bipartida, não gosta de um, usa o outro, não gosta do outro... pára, AE-1 é demais.

A 50 1.4 Canon é SSC, com coating simples característico Canon, em uma rápida e nítida Standart Lens. Ai se os standarts de outros dias fossem referencia para hoje.

Para ilustração, segue texto sobre a AE-1 publicada em outra ocasião.



"Colocar uma AE-1 a venda em nossa lista é um orgulho. Ela representa o início da primeira geração de câmeras onde Canon, Nikon, Olympus e Minolta disputavam acirradamente o mercado de entusiastas e amadores em todo o mundo. No mercado profissional, o sistema Nikon F reinava soberano, mesmo sendo a Canon F-1 (o nome mais óbvio da história) um projeto a altura da competição. Em minha opinião pessoal, a Canon AE-1 marca o início dos anos dourados para os projetos das câmeras em formato 35mm "single lens reflex". 
As câmeras destes anos carregam a construção impecável, precisa e robusta das rangefinders Canon e Nikon, o mecanismo de disparo da cortina e sistema reflex e viewfinder atualizados da primeira geração de SLRs e estréam a larga utilização de equipamentos eletrônicos modernos, processadores para velocidade de disparo, informações iluminadas por leds, excelentes modos de automações de velocidade, abertura e flash, além é claro de um simples e intuitivo modo de operação manual. Pilotar um modelo desta época é ter acesso aos melhores projetos de câmeras reflex já feitos para o mercado amador. E nós preferimos manual, claro.
A canon AE-1 é um projeto de 1976 e é a precursora de uma série de projetos, diferenciados entre si em suas configurações de acordo com a dependência de pilhas para seu funcionamento integral ou câmeras completamente mecânicas, onde as pilhas são necessárias apenas para fotometria.A AE-1 depende integralmente de pilhas de 6v, facilmente encontradas em casas de baterias. Construída em metal e muito bem finalizada, a AE-1 é fácil de usar e conta com modos de prioridade à velocidade e de totalmente manual.
A objetiva Canon 1:1.8 50mm é a standart para este modelo já que naquele tempo objetivas maiores e mais rápidas eram luxos de profissional. Assim como os modelos 50 1:1.8 Nikon, as objetivas canon desta configuração são conhecidas por apresentar resultados melhores do que suas irmãs mais claras, já que a qualidade de foco das objetivas 1:1.4 deixa muito a desejar (para os mais exigentes) e acima de 1:2.8 as objetivas 50mm 1:1.8 obtêm contrastes muito melhores e com mais resolução. Hoje em dia uma 1.4 não é inacessível, e eu aconselho a todo mundo que cansou de fotografar com suas super zoom wide tele 1:3.5 a comprar uma e sair pra fotografar a tarde e a 1.8 é a versão menor e mais leve desta renovada no prazer de fotografar." 

mais sobre a AE-1 em:


e veja o que ela faz em :



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NIKKORMAT FTn - NIKKOR - 1:1.8 50mm






NIKKORMAT FTn - NIKKOR  - 1:1.8 50mm



Feita no Japão entre os anos de 1967 e 1975, a produção dessa Nikkormat registrou o maior número de modelos fabricados superando a  montagem de todos os outros modelos  Nikkormat  juntos. Durante seus 9 anos de fabricação, foram produzidos mais de 1.2 milhões de Nikkormat FTn’s.Além da cinquentenária (!!!) baioneta Nikon-F, um dos motivos para tantos anos de produção é o fato desse modelo possuir um sistema de medição de incidência luminosa através das lentes, sem a necessidade de correção manual para abertura (stop down metering) e mantendo a abertura total da lente durante o ato de focar. Já em alguns modelos anteriores, ao acionar o anel de abertura, o diafragma se fecha escurecendo a imagem refletida. 
A velocidade do disparo é controlada por um anel ao redor da baioneta, deixando livre o espaço onde nas câmeras profissionais ficava o "dial" de velocidades. Esta posição do controle de velocidades caiu em desuso, sendo o modelo profissional o seguido até hoje.       Este modelo é uma atualização do modelo FT, que apesar de aparentar mais moderno que seu sucessor, não dispunha do avançado sistema de medição de luz emprestado da profissional F. Também conta com indicador de luminosidade no tampo superior, útil para fotografar em ângulos pouco usuais. 
A operação desde modelo de Nikkormat é bem simplificada, girando em torno do essencial, velocidade e abertura. É recomendada para fotógrafos em aprendizagem, e é catalogada como student model, já que em sua época, quase não existia a fotografia amadora.         Sua construção robusta segue o padrão Nikon de qualidade, com mecanismos simples e confiáveis, consolidando vários padrões de montagem e operação usados até hoje, por todas as marcas.

Para saber mais sobre a Nikkormat acesse:

http://en.wikipedia.org/wiki/Nikkormat]

e veja do que ela é capaz em:

http://www.lomography.com/photos/cameras/3323044-nikon-nikkormat

       




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PENTAX K 1000 - SMC PENTAX-M 1:2 50mm


Pentax Asahi K1000 - Pentax Asahi 1:2 50mm. 


A Pentax K1000 é a SLR mais minimalista que eu conheço, seus comandos estão exatamente onde devem estar. Produzida de 1976 à 1997, esta versão da K1000 possui apenas 3 parâmetros, velocidade, abertura e foco e funciona perfeitamente sem pilhas. Apenas seu fotômetro (bem preciso, diga-se de passagem) necessita de pilhas para operar. A leitura da fotometria se dá através do "finder", onde uma agulha balanceada indica a exposição.

Esta Pentax é equipada com baioneta K e compartilha lentes com alguns modelos Pentax K digitais. Conta com uma infinidade de objetivas a preços módicos no ebay.com, de diversas marcas japonesas, taiwanesas e europeias e o número 1000 em seu nome é referência à velocidade de exposição, que vai de 1/1 à 1/1000, partindo de B. Sua construção é de muita qualidade e sua engenharia é simples e confiável. Conta com "Hot Shoe" e sincroniza com o flash em 1/60.

Sua operação é extremamente simples e prazerosa, indicada para quem quer apreender a física e a técnica que a fotografia envolve ou para quem quer voltar a fotografar em filme com muita qualidade sem gastar rios de dinheiro nisso. É uma câmera compacta dentro de sua categoria mas não cabe no bolso sendo para essa finalidade, as Canon A35F mais indicada.

A objetiva de 50 mm 1:2 é clara, tem precisão japonesa e despeja bastante definição, mesmo totalmente aberta. O "coating"  deste modelo já é otimizado para utilização de filmes coloridos. Neste kit também enviamos uma objetiva Albinar MC Auto 1:2.8 135mm e uma objetiva Albinar MC Auto Zoom 80mm200mm 1:4.5, ambas japonesas e perfeitas, livres de arranhões tanto em seus tubos quanto lentes.

Saiba mais sobre a K-1000 em :








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NIKKORMAT FT - NIKKOR S - 1:1.4 50mm











NIKKORMAT FT - NIKKOR S - 1:1.4 50mm


Sexta Nikkormat no Fotografe. A melhor.
Este modelo é na verdade o mais diferenciado entre todos os que já apareceram por essas bandas. Trata-se de um "mint" FT, que o único risco que existe eu tive o desprazer de fazer, batendo este em outro modelo Nikkormat. Problemas de estante. O sistema de medição e o "AI-prong" são um pouco diferentes, mas no geral estamos falando do mesmo projeto e execução Nikon. Simplesmente perfeito. Utilizamos o review do primeiro FTn.

Feita no Japão entre os anos de 1967 e 1975, a produção dessa Nikkormat registrou o maior número de modelos fabricados superando a  montagem de todos os outros modelos  Nikkormat  juntos. Durante seus 9 anos de fabricação, foram produzidos mais de 1.2 milhões de Nikkormat FTn’s.Além da cinquentenária (!!!) baioneta Nikon-F, um dos motivos para tantos anos de produção é o fato desse modelo possuir um sistema de medição de incidência luminosa através das lentes, sem a necessidade de correção manual para abertura (stop down metering) e mantendo a abertura total da lente durante o ato de focar. Já em alguns modelos anteriores, ao acionar o anel de abertura, o diafragma se fecha escurecendo a imagem refletida. 
A velocidade do disparo é controlada por um anel ao redor da baioneta, deixando livre o espaço onde nas câmeras profissionais ficava o "dial" de velocidades. Esta posição do controle de velocidades caiu em desuso, sendo o modelo profissional o seguido até hoje.       Este modelo é uma atualização do modelo FT, que apesar de aparentar mais moderno que seu sucessor, não dispunha do avançado sistema de medição de luz emprestado da profissional F. Também conta com indicador de luminosidade no tampo superior, útil para fotografar em ângulos pouco usuais. 
A operação desde modelo de Nikkormat é bem simplificada, girando em torno do essencial, velocidade e abertura. É recomendada para fotógrafos em aprendizagem, e é catalogada como student model, já que em sua época, quase não existia a fotografia amadora.         Sua construção robusta segue o padrão Nikon de qualidade, com mecanismos simples e confiáveis, consolidando vários padrões de montagem e operação usados até hoje, por todas as marcas.
Famosa por sua construção robusta e mecanismo confiável, essa objetiva pré AI da Nikon mostra a preocupação e excelência na produção de um equipamento feito para durar. Foi construída em metal e sua lente é perfeita, feita em vidro puro (muitas lentes modernas possuem acrílico e plástico em sua composição). Considerando o número de série, podemos imaginar que este modelo foi fabricado no começo dos anos 70, e graças a compatibilidade da F-mount, podemos acoplar (attach) essa lente em qualquer corpo Nikon, analógico* ou digital.
Excelente para retratos, processa melhor tons frios, graças a sua película anti-reflexo (coating) capaz de refletir a maioria dos tons âmbar  otimizada para o uso de filmes PB. Também forma enormes "bokehs" quando usada em 1.4, destacando o plano focado, e borrando completamente o resto da imagem . Abaixo de 2.8, como a maioria das lentes claras, apresenta bastante aberração cromática e névoa. Mas com este desfoque, você não vai prestar atenção na nevoa.

* válido para modelos até 72, quando a Nikon faz um ajuste na telemetria. Todavia existe uma pequena adaptação que atualiza este modelo para AI, a linha mais versátil de lentes da marca.



Para saber mais sobre a Nikkormat acesse:

http://en.wikipedia.org/wiki/Nikkormat]

e veja do que ela é capaz em:

http://www.lomography.com/photos/cameras/3323044-nikon-nikkormat














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Pentax Asahi K1000 - PENTAX-M SMC 1:2 50mm.





Pentax Asahi K1000 - PENTAX-M SMC 1:2 50mm.

A K1000 é a SLR mais minimalista que eu conheço, seus comandos estão exatamente onde devem estar. Produzida de 1976 à 1997, esta versão da K1000 possui apenas 3 parâmetros: velocidade, abertura e foco e funciona perfeitamente sem pilhas. Apenas seu fotômetro necessita de pilhas para operar. A leitura da fotometria se dá através do "finder", onde uma agulha balanceada indica a exposição.

Esta Pentax é equipada com baioneta K e compartilha lentes com alguns modelos Pentax K digitais. Conta com uma infinidade de objetivas a preços módicos no ebay.com, de diversas marcas japonesas, taiwanesas e europeias e o número 1000 em seu nome é referência à velocidade de exposição, que vai de 1/1 à 1/1000, partindo de B. Sua construção é de muita qualidade e sua engenharia é simples e confiável. Conta com "Hot Shoe" e sincroniza com o flash em 1/60.

Sua operação é extremamente simples e prazerosa, indicada para quem quer apreender a física e a técnica que a fotografia envolve ou para quem quer voltar a fotografar em filme com muita qualidade sem gastar rios de dinheiro nisso. É uma câmera compacta dentro de sua categoria mas não cabe no bolso, sendo para essa finalidade, as Canon A35F mais indicada.

Sua objetiva 50 mm 1:2 é clara, tem precisão japonesa e despeja bastante definição, mesmo totalmente aberta. O "coating"  deste modelo já é otimizado para utilização de filmes coloridos. 

Saiba mais sobre a K-1000 em :

http://www.kenrockwell.com/pentax/k1000.htm


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ZORKI 4K - JUPITER 1:2 50mm







ZORKI 4K - JUPITER 1:2 50mm 

Segunda Zorki no Fotografe, esta modelo 4K, equipado com alavanca de avanço rápido de filme e objetiva Jupiter 1:2 50mm, muito mais clara, réplica de Zeiss SONNAR. Também acompanha bolsa original em couro e para contar um pouco sobre seu design usamos o post anterior:

- A Segunda Guerra Mundial foi um dos mais importantes eventos do século passado. Ela chocou o mundo com o terror judeu nos campos de concentração, silenciou o mundo com a violência bélica americana e redesenhou as zonas de influência das novas nações dominantes. Para o mundo da fotografia, além, é claro, de registros épicos como esse e esse, o desfecho da SGM significou o domínio americano da produção e pesquisa das marcas japonesas e a tomada de algumas fábricas alemãs, feita pelo governo soviético como recompensas de guerra.
A história por trás da Leica ainda nos é um mistério e talvez seja abordada mais pra frente. Por agora sabemos que o governo soviético tinha uma enorme demanda por instrumentos ópticos de precisão e as fábricas da LOMO em Leningrado estavam inacessíveis, e as fábricas da Fed estavam totalmente sobrecarregadas.  Também sabemos que a Contax funcionou por algum tempo na Alemanha  e posteriormente foi transferida, com seu maquinário e operadores, para Kiev na Ucrânia e que parte da Zeiss Optics em Jena foi transferida para a fábrica de Krasnogorsk, perto de Moscow. Nasce a Krasnogorsky Mekhanichesky Zavod. 
Vitoriosos europeus do conflito, o governo soviético agora precisava, além de se fortalecer e vigiar militarmente sua nova região de domínio, garantir a sua população o acesso a bens de consumo e nesta época, as câmeras fotográficas 35mm eram objetos que representavam o auge da tecnologia e modernidade. 
Sob direção soviética,  as fábricas da Carl Zeiss passaram a produzir réplicas perfeitas de sua renomada ótica, agora vendidas com o logotipo da KMZ. Na verdade os primeiros lotes de objetivas KMZ eram vidros e mecânica Zeiss com novas inscrições em cirílico e segundo as intenções do governo passaram a ser produzidas em grandes escalas e por isso sem muito controle de qualidade. Talvez esse seja o maior motivo para a disparidade entre preços das objetivas originais Zeiss e das russas KMZ, já que frutos do mesmo projeto, apenas as cópias imperfeitas geram resultados diferentes entre os modelos. 
Um fato importante a ser lembrado é que a Contax era a principal opção entre os modelos 35mm, ao lado da já renomada Leica e após a sacudida geral feita pela guerra, tanto os projetos das copias de Leica feitas pela FED quanto os projetos originais Contax, ganhos como recompensa foram parar em uma só fabrica. Desta forma o governo soviético passou a reproduzir a ótica Zeiss não apenas para Contax e Nikon (que nesta época copiava e aperfeiçoava a plataforma Contax), mas também para Leica e Canon ( que até então fazia o mesmo que a Nikon, mas em relação à Leica).
A Zorki nasceu do aperfeiçoamento do projeto FED de cópia de Leica e devido ao compartilhamento de tecnologia promovido pelo governo soviético, em sua quarta geração e 13° versão, a Zorki deixa de ser apenas uma cópia para ter personalidade própria. Já construída em alumínio a Zorki 4 é uma rangefinder versátil, de operação moderada à fácil e design clássico. Está montada com uma Industar 1:3.5 também em alumínio preto, que se parece com uma Elmarit mas na verdade é cópia da Zeiss Tessar e em muitos casos com performances até melhores do que suas versões originais mais antigas.
Revestida em material vulcanizado, a Zorki 4 tem um ar moderno e ao mesmo tempo clássico e encaixa muito bem na mão. É equipada com "shutter" horizontal em tecido (como a Leica) e velocidades que vão de 1s a 1/1000s, além do "bulb". Como ponto negativo, a Leica soviética tem em comum o mecanismo de velocidades frágil, que se quebra caso você ajuste a velocidade antes de armar o "shutter". Então fica como questão de regra, no manuseio de qualquer um desses equipamentos, pressionar-se primeiro o disparador, para conferir se o sistema já não está armado, em seguida armar o sistema e só então preocupar-se com a velocidade. Não é nada demais no geral, mas é um detalhe muito importante.
A Zorki é muito bem construída e devido a sua grande oferta, torna-se a porta de entrada para um dos sistemas de objetivas mais famosos e desejados de toda a história da fotografia. Afinal de contas, quem nunca imaginou que talvez o sucesso e a poesia nas imagens de Henri Cartier Bresson seja apenas fruto do equipamento que ele carregava.

Conheça mais sobre a Zorki 4 em:

http://www.sovietcams.com/index.php?511412179

E veja o que ela pode fazer em:


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NIKON FM - NIKON LENS SERIES E - 1:1.8 50mm

NIKON FM - NIKON LENS SERIES E - 1:1.8 50mm 


Em 1971, a equipe responsável pela criação e desenvolvimento dos projetos PEN tinha uma nova missão, desenvolver uma câmera compacta, leve e confiável, capaz de substituir a soberana Nikon F onde tamanho e peso fossem importantes. Nascia então a Olympus OM-1.
A OM-1 revolucionou o mercado fotográfico. Construída em materiais mais leves e com medidas reduzidas, além do preço mais atrativo a OM-1 era fácil de levar, cabia em qualquer bolsa e era extremamente confiável. A FM é a resposta projetual da Nikon à OM-1. Desenvolvida sob o mesmo conceito, a FM é uma slr compacta, construída a partir do zero como opção moderna e confiável às enormes e parrudas Nikon F, F2 e Nikkormats. 
Além das medidas e preço reduzidos, a FM se distingue das linhas profissionais por possuir prisma e fresnel de foco fixos, por possuir medição de luz através da objetiva sem a necessidade de outros equipamentos e por aceitar tanto objetivas pré-Ai quanto objetivas Ai e Ai-s, sendo assim, junto com a FE, as nikons mais versáteis no que diz respeito a compatibilidade de objetivas.
Apesar destas diferenças, a FM divide a mesma construção e acabamento impecáveis nikon, a versatilidade em equipamentos e acessórios característica da linha F e a confiabilidade na precisão e durabilidade no sistema de obturação e reflex.



A FM é equipada com velocidades que vão do 1 ao 1/1000, além do bulb e sincroniza com o flash em 1/125. Seu método de medição de intensidade luminosa se tornaria clássico, o famoso 60/40 e pode ser lido através dos sinais luminosos em LED, situados no finder. Possui tela de foco bipartida circundada por micro prismas e tem ótima cobertura do quadro. É famosa por ser extremamente ágil e fácil de usar e, por ter a construção exatamente igual a linha F, porém sem partes móveis ou intercambiáveis suceptíveis a pane, a FM rapidamente se tornou a primeira opção para muitos fotógrafos profissionais. É totalmente mecânica e precisa de baterias apenas para o funcionamento do fotômetro. 

Saiba mais sobre a FM em :

http://camerapedia.wikia.com/wiki/Nikon_FM


e veja do que ela é capaz em :

http://www.lomography.com.br/photos/tags/108295-nikon-fm









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NIKON N2000 - NIKON LENS SERIES E - 1:1.8 50mm

NIKON N2000 - NIKON LENS SERIES E - 1:1.8 50mm

Vendida no japão sob o nome F 301, a N 2000 é a versão americana desta SLR semi-profissional. Foi lançada em 1985 e pretendia ser a substituta para Nikon FG. Com muitas inovações, a N 2000 registra a intenção da Nikon em modernizar e atualizar seus projetos, abusando de equipamentos e controles eletrônicos.
A N2000 é a primeira Nikon feita em policarbonato, material adotado desde então para o revestimento das câmeras semi-profissionais, mas sua construção é robusta e feita em metal. Também é a primeira Nikon a ter avanço automático do filme, a 2,5 quadros por segundo, perdendo a alavanca de avanço. É a primeira também a identificar iso do filme carregado, através do sistema DX.
Seu viewfinder é grande e tem boa cobertura do quadro e é através dele que o fotômetro informa a velocidade utilizada. A N2000 funciona em modo de prioridade de abertura, onde o fotógrafo seleciona a abertura e a velocidade é controlada pela máquina, ou totalmente manual, com controle de exposição e fotômetro ativo. Seu shutter é construído em metal e tem velocidades que variam de 1s a 1/2000s, além de B (bulb). Seus controles são bem distribuídos no tampo superior, num formato que seria clássico, se desconsiderarmos a ausência da alavanca de avanço de filme. A N2000 conta ainda com temporizador de disparo e janela que mosta o filme carregado, completando o conjunto funcional desta SLR Nikon F-Mount.
Sua operação é bem próxima a uma DSLR semi-profissional, mas devido ao formato FULL FRAME e seu bom finder, o quadro visualizado é muito maior e mais nítido. O finder conta também com uma excelente tela para foco, com centro bi-partido circundado por um anel de microprismas, que auxiliam muito o processo de foco. A N2000 é barulhenta e impressiona bastante com seu transporte automático do filme, sendo pouco indicada para lugares silenciosos.
A objetiva Nikon 50mm 1:1.8 em modelo "pancake" é standard para a N2000 e integra este kit SLR semi-profissional Nikon. A 50 mm 1:1.8 é uma objetiva clássica, bastante clara e alcança melhor nitidez à partir do 1:4. Diferente da 1:1.4, a 50mm "pancake" não apresenta distorção nas bordas. Ela usa o sistema AI-S para comunicação com o corpo e pode ser montada em qualquer corpo Nikon feito após 1972.

mais sobre a N2000 em :

http://www.flickr.com/groups/670565@N20/discuss/72157610698731980/

e veja o que ela faz em :

http://www.lomography.com/photos/cameras/3326697-nikon-n2000