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NIKKORMAT FTn - NIKKOR - 1:1.8 50mm






NIKKORMAT FTn - NIKKOR  - 1:1.8 50mm



Feita no Japão entre os anos de 1967 e 1975, a produção dessa Nikkormat registrou o maior número de modelos fabricados superando a  montagem de todos os outros modelos  Nikkormat  juntos. Durante seus 9 anos de fabricação, foram produzidos mais de 1.2 milhões de Nikkormat FTn’s.Além da cinquentenária (!!!) baioneta Nikon-F, um dos motivos para tantos anos de produção é o fato desse modelo possuir um sistema de medição de incidência luminosa através das lentes, sem a necessidade de correção manual para abertura (stop down metering) e mantendo a abertura total da lente durante o ato de focar. Já em alguns modelos anteriores, ao acionar o anel de abertura, o diafragma se fecha escurecendo a imagem refletida. 
A velocidade do disparo é controlada por um anel ao redor da baioneta, deixando livre o espaço onde nas câmeras profissionais ficava o "dial" de velocidades. Esta posição do controle de velocidades caiu em desuso, sendo o modelo profissional o seguido até hoje.       Este modelo é uma atualização do modelo FT, que apesar de aparentar mais moderno que seu sucessor, não dispunha do avançado sistema de medição de luz emprestado da profissional F. Também conta com indicador de luminosidade no tampo superior, útil para fotografar em ângulos pouco usuais. 
A operação desde modelo de Nikkormat é bem simplificada, girando em torno do essencial, velocidade e abertura. É recomendada para fotógrafos em aprendizagem, e é catalogada como student model, já que em sua época, quase não existia a fotografia amadora.         Sua construção robusta segue o padrão Nikon de qualidade, com mecanismos simples e confiáveis, consolidando vários padrões de montagem e operação usados até hoje, por todas as marcas.

Para saber mais sobre a Nikkormat acesse:

http://en.wikipedia.org/wiki/Nikkormat]

e veja do que ela é capaz em:

http://www.lomography.com/photos/cameras/3323044-nikon-nikkormat

       




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OLYMPUS 35DC - F.ZUIKO 1:1.7 40mm







OLYMPUS 35DC - F.ZUIKO 1:1.7 40mm
ALÇA, BOLSA E TAMPA ORIGINAIS 

Segunda 35DC no Fotografe. Eu adoro essa câmera, é uma Trip com rangefinder e objetiva Zuiko 1:1.7, totalmente automática, quer mais? Ela está perfeita sem nenhuma marca de uso no cromo ou no couro, passou por Limpeza, Lubrificação e Acerto de fotometro este mês. Quer mais? Então leia na sequência nosso review para o modelo anterior.

A Olympus é uma empresa de equipamentos óticos japonesa que iniciou sua produção no início do século passado construindo instrumentos óticos de precisão. Entrou na maioria das ondas que tomaram o Japão na primeira metade do mesmo século, como as câmeras fotográficas, mais tarde as câmeras de médio formato TLR até a consolidação da câmera 35mm no meio do século. É neste período que a Olympus revoluciona o mercado fotográfico construindo uma rangefinder compacta, com ótica excelente Zuiko, alavanca de avanço do filme e muito confiável. 
Seguindo a linha da inovação, a Olympus é também a primeira empresa a construir uma câmera meio quadro, a Pen, linha mundialmente cultuada por sua extrema facilidade no manuseio e capacidade de fazer ótimas fotos. São 7 tipos de Pen, divididas em viewfinders e SLR´s e ao todo foram vendidos mais de 17 milhões de unidades.
No final dos anos 60 a Olympus já era sinônimo de auto exposição perfeita e após o sucesso da versão full frame da renomada Pen (Olympus TRIP, 10 milhões de unidades vendidas) a Olympus resolveu investir na construção de um modelo mais refinado da mesma fórmula, a Olympus SP. A SP era uma rangefinder totalmente manual que contava com todas as características conhecidas Olympus, como excepcional objetiva F.ZUIKO 1:1.7. Mas também agregava muitas novidades, como o sistema rangefinder para medição do foco, Spot Metering em detrimento a exposição media do quadro e uma construção muito superior aos modelos Pen e Trip. Só tinha um porém, com tantas qualidades e equipamentos agregados, a SP não cabia no bolso. 
Surge assim a Olympus 35DC, Deluxe Compact, que pode ser vista como uma versão menor da SP ou uma versão melhor da Trip. A 35DC, como o nome já diz, é uma rangefinder compacta montada em um pequeno chassi de metal e construída com materiais de maior qualidade em relação à Trips e Pens. É equipada com uma objetiva F.Zuiko 1:1.7 40mm e funciona em modo totalmente automático.
Neste ponto muita gente desiste da 35DC. Auto exposure é sinônimo de roleta russa, a gente nunca sabe o que vai vir. Mas não podemos nos esquecer, estamos falando de Olympus. A mesma Olympus das Pens e Trips e de todo frame perfeitamente exposto. 
Para situações de difícil medição, a 35DC conta com o "Backlight Correction System", um botão que quando pressionado, ajusta a medição em situações onde a fonte de luz é posterior ao objeto fotografado. A 35DC também possui sistema de ajuste de flash automático. Basta fixar o flash, selecionar a distancia do objeto no tampo superior e fotografar. Este modelo conta ainda com um botão situado no tampo inferior que permite o disparo mesmo em situações onde a fotometria marca valores inferiores à 1/15s e f=1:1.7. Isso significa que mesmo quando a câmera julga ser impossível fotografar, o fotógrafo consegue fazer a foto. (Na maioria dos modelos, nestas situações aparece uma bandeirinha vermelha no finder, e o disparador trava.)
A Olympus 35DC é famosa por sua descomplicação no uso, já que basta armar, focar e disparar e também por produzir excelentes resultados, através de sua objetiva Zuiko 1:1.7. É indicada para todos os fotógrafos, sobretudo aqueles que pensavam que a Trip e a Pen eram insuperáveis. 

Conheça mais sobre a Olympus 35DC em:

http://www.cameraquest.com/olyrd.htm

e veja do que ela é capaz em :

http://www.flickr.com/search/?q=Olympus+35+DC&m=tags&s=int






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PENTAX/HONEYWELL SPOTMATIC - SUPER TAKUMAR 1:1.8 55mm










PENTAX/HONEYWELL SPOTMATIC - SUPER TAKUMAR 1:1.8 55mm

Tenho uma queda por Pentax. Ela foi a primeira SLR japonesa e ela é tão perfeita que seu design foi amplamente utilizado por todas as marcas até os anos 90. A Nikon lançou o primeiro sistema SLR em 1959, mas isso foi 2 anos depois do lançamento da Pentax.
Lançada no Japão em 1957 a Pentax foi tão bem recebida que fez com que a Asahi Optics mudasse seu nome para Pentax. Depois dos modelos Asahiflex, SLR´s equipadas com "waist level finder" e objetivas no pouco comum M37, a Asahi remodela o mercado fotográfico lançando uma câmera de prisma fixo, equipada com retorno instantâneo do espelho, alavanca de avanço rápido de filme, seletor de velocidades no tampo superior e alavanca para rebobinar o filme, tampa traseira presa ao corpo, rápido carregamento de filmes, tornando clássicos seu design e funcionalidade.
A Pentax Spotmatic foi lançada em 1964 e acrescenta medição de incidência de luz através da objetiva (TLL metering) e arrebata o mercado amador, sendo a primeira SLR comercial realmente confiável a apresentar tal equipamento. Equipada com "shutter" em tecido de curso horizontal, com velocidades de 1s a 1000s além do B, a Spotmatic é uma câmera estável, construída com padrão de qualidade oriental e capaz de fotografar com muitas objetivas M42 européias e japonesas. O chassi da Spotmatic foi usado como base para toda a linha K (KX,K1000,K2), que foi produzida até 1997.
A ótica Asahi Super Takumar é famosa pelo seu sistema anti-reflexo e extrema qualidade na composição do vidro e a versão 1:1.8 55mm, a lendária Atomic Lens é um dos exemplares mais clássicos de toda a linha. Seu "coating" é otimizado para uso com filmes P&B, gerando imagens muito focadas e extremamente detalhadas. 

Para saber mais sobre a Spotmatic acesse:

http://collectiblend.com/Cameras/Asahi/

http://collectiblend.com/Cameras/Asahi/

http://en.wikipedia.org/wiki/History_of_the_single-lens_reflex_camera

http://en.wikipedia.org/wiki/Takumar
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CANON FTb - CANON FD LENS 1:1.8 50mm


CANON FTb
CANON FD LENS 1:1.8 50mm

A Canon sempre foi uma marca moderna. Descendentes diretas das primeiras rangerinders Canon as minimalistas rangefinders 7, VT e P são a primeira amostra da linha de projetos limpos e contemporâneos que a marca viria a adotar. A primeira SLR Canon era basicamente a clássica rangefinder Canon equipada com finder, caixa reflex e espelho e esse sistema era pintado em preto, design muito usado pela Nikon anos depois nos finders e Photomics das F2.
Apresentada em 1966 (um ano após o lançamento da Peelix), a Canon FT é a quarta câmera a usar o encaixe FD, após a mudança do sistema R usados pelas Canoflex e Canoflex R2000, mas a primeira a apresentar TLL mettering sem o inconveniente da película semi reflexiva da Peelix . A Canon FT era direcionada ao mercado fotográfico profissional mas funcionalmente pode ser comparada com as Nikkormats, já que a profissional Nikon F de 1959 ficou sem um pário a altura até 1971, com o lançamento da Canon F-1. A FTb também foi lançada em 1971, já como concorrente direta da Nikkormat e é basicamente a Canon FT equipada com montagem de lentes FD. O modelo aqui apresentado é a variação conhecida como FTbn lançada em 1973, que além de disco translucido que informa a abertura no finder conta com alguns ajustes cosméticos nos comandos do tampo superior, emprestados da profissional F-1.
Como é de se esperar de uma Canon deste período, a construção da FTb é construída para durar e seu design eleva o clássico em seu nível de maior estilo, com seu desenho afiado, muito bem balanceado e de finder reto, em contrapartida ao desenho também clássico das F e seus finders pontudos sugados inspirados nas Pentaxxx. O acabamento da FTb é precioso e tanto materiais de construção quanto a pintura são de extrema qualidade, as FTb´s que não tiveram uso profissional são encontradas como novas ainda hoje.
Equipada com shutter em tecido que vai de 2,5s (em B) a 1/1000s, a FTb é uma SLR completamente mecânica e por isso totalmente manual, com fotometro que mede 12% do centro do frame (spot-mettering), self-timer, sistema de rebatimento do espelho e prévia de profundidade de campo de desfoque. Além de todos estes atributos top de linha FTbn tem a maior ampliação da tela do fresnel no finder do que qualquer Canon, 0.85x. Finalizada em preto, este modelo FTbn foi bem usado mas passou por revisão recente CLA e apresenta algum desgaste na pintura, uma pátina que revela o fundo amarelado da chapa metálica. 
A objetiva Canon FD 1:1.8 50mm é standart para os modelos FTb e é conhecida pela boa nitidez à partir de f=1:2.8, coloração e coating clássicos das FD. Esta passou por limpeza da ótica e lubrificação do foco recentemente.

Para saber mais sobre a Canon FTbn acesse:


e veja do que ela é capaz em :














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PENTAX K 1000 - SMC PENTAX-M 1:2 50mm


Pentax Asahi K1000 - Pentax Asahi 1:2 50mm. 


A Pentax K1000 é a SLR mais minimalista que eu conheço, seus comandos estão exatamente onde devem estar. Produzida de 1976 à 1997, esta versão da K1000 possui apenas 3 parâmetros, velocidade, abertura e foco e funciona perfeitamente sem pilhas. Apenas seu fotômetro (bem preciso, diga-se de passagem) necessita de pilhas para operar. A leitura da fotometria se dá através do "finder", onde uma agulha balanceada indica a exposição.

Esta Pentax é equipada com baioneta K e compartilha lentes com alguns modelos Pentax K digitais. Conta com uma infinidade de objetivas a preços módicos no ebay.com, de diversas marcas japonesas, taiwanesas e europeias e o número 1000 em seu nome é referência à velocidade de exposição, que vai de 1/1 à 1/1000, partindo de B. Sua construção é de muita qualidade e sua engenharia é simples e confiável. Conta com "Hot Shoe" e sincroniza com o flash em 1/60.

Sua operação é extremamente simples e prazerosa, indicada para quem quer apreender a física e a técnica que a fotografia envolve ou para quem quer voltar a fotografar em filme com muita qualidade sem gastar rios de dinheiro nisso. É uma câmera compacta dentro de sua categoria mas não cabe no bolso sendo para essa finalidade, as Canon A35F mais indicada.

A objetiva de 50 mm 1:2 é clara, tem precisão japonesa e despeja bastante definição, mesmo totalmente aberta. O "coating"  deste modelo já é otimizado para utilização de filmes coloridos. Neste kit também enviamos uma objetiva Albinar MC Auto 1:2.8 135mm e uma objetiva Albinar MC Auto Zoom 80mm200mm 1:4.5, ambas japonesas e perfeitas, livres de arranhões tanto em seus tubos quanto lentes.

Saiba mais sobre a K-1000 em :








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CANON A35F - CANON LENS 1:2.8 40mm


CANON A35F - CANON LENS 1:2.8 40mm 

A Canon A35F é o final de uma era. É a ultima rangefinder Canon de foco manual. É a ultima a ser feita em metal. Possui flash "pop-up" embutido. Só foi fabricada em preto. E é linda.
Substituída pela Sure-shot em pouco menos de um ano, a A35F ficou pouco conhecida fora dos EUA e por isso ela é menos vista em terras brasileiras, mas como nós gostamos muito do desenho e da operação dela, sempre que conseguimos nós a compramos. Com esta já foram 4.
Totalmente automática, a Canon A35F é extremamente simples de usar e basta armar focar e disparar, para obter praticamente todos os quadros perfeitamente expostos. Até o flash é automático e seu uso, simples assim, basta acioná-lo e a câmera faz o resto. Seu rangefinder é claro e preciso, sua objetiva não é exatamente clara, mas se compara à abertura de muitas objetivas profissionais e sincroniza com o flash em suas duas velocidades, 1/60 e 1/320. Por seu tamanho compacto e acabamento em preto, a A35F é perfeita para viagens, eventos sociais e fotografia de rua onde tamanho e discrição são importantes.


A A35F é indicada a fotógrafos iniciantes na fotografia analógica ou fotógrafos SLR que queiram entrar no mundo das Rangefinders. Também é indicada para fotógrafos de rua por sua rapidez e discrição.


Saiba mais sobre a A35F em : 


e veja do que ela é capaz em:















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YASHICA ELECTRO GS - YASHINON COLOR DX 1:1.7 45mm



YASHICA ELECTRO GS - YASHINON COLOR DX 1:1.7 45mm 

Existem tantas variáveis de Yashica Electro que fica até difícil dizer alguma coisa com precisão. O que nós sabemos é que as "full size rangefinders" revolucionaram o mercado fotográfico entre os 60 e 70, trazendo pela primeira vez ótica profissional em modelos voltados para o público intermediário, e a Yashica Electro foi a primeira a trazer um "shutter" eletromagnético.
Inovação adotada pela Polaroid em alguns modelos, o "shutter" eletromagnético garante maior precisão no tempo de exposição e evita a desregulagem do sistema e torna a Electro um equipamento extremamente confiável. A ressalva aqui fica por conta da calibração do fotômetro, que por ser mecânica, depende de manutenção periódica para assegurar a precisão. (Até ir para a revisão, costumamos bater mais uns rolos, só pra ter certeza que a culpa é da máquina, e não do operador.)

A Yashica Electro é conhecida pela qualidade ótica, que usa a mesma fórmula utilizada nas objetivas profissionais Yashinon. É como se a Nikon resolvesse fazer uma câmera de bolso usando a mesma Nikkor 50 mm 1:1.4 vendida para as DSLR. Este é um fator bem representativo do momento onde estas rangefinders estão inseridas. Os fabricantes estudavam um nicho de mercado pouco explorado e até então existiam apenas câmeras profissionais e câmeras praticamente descartáveis, sem qualquer qualidade nos materiais ou preocupação técnica. Sem saber o que este novo público aceitaria, as marcas passaram a desenvolver modelos extremamente baratos, com funcionamento mecânico simples, mas sempre garantindo um ótimo resultado. O grande lance é que nesta época, ao contrário da corrida por megapixels, as grandes marcas buscavam precisão e qualidade através de um componente um pouquinho mais relevante, a ótica. 

E assim, independente da baixa qualidade (se as comparamos com uma SLR clássica ou uma Leica) e simplicidade mecânica existentes nas rangefinders populares, encontramos nelas a possibilidade de fotografar usando o que há de mais moderno e profissional (para os 70) sem precisar vender o carro para pagar por isso.  

O modelo Electro GS faz parte da terceira atualização da família Electro, onde a cobertura do iso foi expandida até 1000 e a objetiva ajustada para uso de filmes coloridos, além de pequenas alterações no sistema de foco e na alavanca de avanço de filme, que foi melhor acabada em plástico preto. 

Este exemplar possuí algumas características importantes:

-O B (Bulb) abre o "shutter" corretamente, porém se "esquece" de fecha-lo, tornando tal ferramenta inútil.
-Há um pequeno amassado no tampo superior, não afeta a qualidade das fotos, mas tira a perfeição estética da peça. 
-A rosca para filtros da objetiva está amassada, que não impede a montagem de filtros mas pesa na estética. 

Salvo o citado, esta Yashica Electro 35 Gs está totalmente funcional e é indicada para quem não liga tanto assim para um risco ou amassado. Por todas estas características, a Yashica Electro 35  GS está com este preço muito especial. 

saiba mais sobre a Electro 35 em:



 



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NIKKORMAT FT - NIKKOR S - 1:1.4 50mm











NIKKORMAT FT - NIKKOR S - 1:1.4 50mm


Sexta Nikkormat no Fotografe. A melhor.
Este modelo é na verdade o mais diferenciado entre todos os que já apareceram por essas bandas. Trata-se de um "mint" FT, que o único risco que existe eu tive o desprazer de fazer, batendo este em outro modelo Nikkormat. Problemas de estante. O sistema de medição e o "AI-prong" são um pouco diferentes, mas no geral estamos falando do mesmo projeto e execução Nikon. Simplesmente perfeito. Utilizamos o review do primeiro FTn.

Feita no Japão entre os anos de 1967 e 1975, a produção dessa Nikkormat registrou o maior número de modelos fabricados superando a  montagem de todos os outros modelos  Nikkormat  juntos. Durante seus 9 anos de fabricação, foram produzidos mais de 1.2 milhões de Nikkormat FTn’s.Além da cinquentenária (!!!) baioneta Nikon-F, um dos motivos para tantos anos de produção é o fato desse modelo possuir um sistema de medição de incidência luminosa através das lentes, sem a necessidade de correção manual para abertura (stop down metering) e mantendo a abertura total da lente durante o ato de focar. Já em alguns modelos anteriores, ao acionar o anel de abertura, o diafragma se fecha escurecendo a imagem refletida. 
A velocidade do disparo é controlada por um anel ao redor da baioneta, deixando livre o espaço onde nas câmeras profissionais ficava o "dial" de velocidades. Esta posição do controle de velocidades caiu em desuso, sendo o modelo profissional o seguido até hoje.       Este modelo é uma atualização do modelo FT, que apesar de aparentar mais moderno que seu sucessor, não dispunha do avançado sistema de medição de luz emprestado da profissional F. Também conta com indicador de luminosidade no tampo superior, útil para fotografar em ângulos pouco usuais. 
A operação desde modelo de Nikkormat é bem simplificada, girando em torno do essencial, velocidade e abertura. É recomendada para fotógrafos em aprendizagem, e é catalogada como student model, já que em sua época, quase não existia a fotografia amadora.         Sua construção robusta segue o padrão Nikon de qualidade, com mecanismos simples e confiáveis, consolidando vários padrões de montagem e operação usados até hoje, por todas as marcas.
Famosa por sua construção robusta e mecanismo confiável, essa objetiva pré AI da Nikon mostra a preocupação e excelência na produção de um equipamento feito para durar. Foi construída em metal e sua lente é perfeita, feita em vidro puro (muitas lentes modernas possuem acrílico e plástico em sua composição). Considerando o número de série, podemos imaginar que este modelo foi fabricado no começo dos anos 70, e graças a compatibilidade da F-mount, podemos acoplar (attach) essa lente em qualquer corpo Nikon, analógico* ou digital.
Excelente para retratos, processa melhor tons frios, graças a sua película anti-reflexo (coating) capaz de refletir a maioria dos tons âmbar  otimizada para o uso de filmes PB. Também forma enormes "bokehs" quando usada em 1.4, destacando o plano focado, e borrando completamente o resto da imagem . Abaixo de 2.8, como a maioria das lentes claras, apresenta bastante aberração cromática e névoa. Mas com este desfoque, você não vai prestar atenção na nevoa.

* válido para modelos até 72, quando a Nikon faz um ajuste na telemetria. Todavia existe uma pequena adaptação que atualiza este modelo para AI, a linha mais versátil de lentes da marca.



Para saber mais sobre a Nikkormat acesse:

http://en.wikipedia.org/wiki/Nikkormat]

e veja do que ela é capaz em:

http://www.lomography.com/photos/cameras/3323044-nikon-nikkormat














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Pentax Asahi K1000 - PENTAX-M SMC 1:2 50mm.





Pentax Asahi K1000 - PENTAX-M SMC 1:2 50mm.

A K1000 é a SLR mais minimalista que eu conheço, seus comandos estão exatamente onde devem estar. Produzida de 1976 à 1997, esta versão da K1000 possui apenas 3 parâmetros: velocidade, abertura e foco e funciona perfeitamente sem pilhas. Apenas seu fotômetro necessita de pilhas para operar. A leitura da fotometria se dá através do "finder", onde uma agulha balanceada indica a exposição.

Esta Pentax é equipada com baioneta K e compartilha lentes com alguns modelos Pentax K digitais. Conta com uma infinidade de objetivas a preços módicos no ebay.com, de diversas marcas japonesas, taiwanesas e europeias e o número 1000 em seu nome é referência à velocidade de exposição, que vai de 1/1 à 1/1000, partindo de B. Sua construção é de muita qualidade e sua engenharia é simples e confiável. Conta com "Hot Shoe" e sincroniza com o flash em 1/60.

Sua operação é extremamente simples e prazerosa, indicada para quem quer apreender a física e a técnica que a fotografia envolve ou para quem quer voltar a fotografar em filme com muita qualidade sem gastar rios de dinheiro nisso. É uma câmera compacta dentro de sua categoria mas não cabe no bolso, sendo para essa finalidade, as Canon A35F mais indicada.

Sua objetiva 50 mm 1:2 é clara, tem precisão japonesa e despeja bastante definição, mesmo totalmente aberta. O "coating"  deste modelo já é otimizado para utilização de filmes coloridos. 

Saiba mais sobre a K-1000 em :

http://www.kenrockwell.com/pentax/k1000.htm